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Forças do Oeste se Unem para Eliminar Gargalos

Postado: 21 de setembro de 2017 às 14:49   /   por   /   comentários (0)

Por: ITAIPU Binacional

Mais de 60 instituições públicas e privadas que atuam nos 54 municípios do Oeste do Paraná se uniram para promover ações voltadas a melhorar a economia da região. O Programa Oeste em Desenvolvimento tem como objetivo promover o crescimento das cadeias de frango, leite, suíno, pescado, grãos, indústria metalmecânica e turismo, principais vocações locais.

O programa atua principalmente na proposta de soluções para gargalos que restringem a produtividade e os ganhos desses setores, tais como problemas na infraestrutura, questões fitossanitárias, custos de produção, entre outros.

Segundo o presidente do programa, Danilo Vendrúscolo, as cadeias produtivas locais enfrentam alguns problemas comuns a todas elas, como, por exemplo, a qualidade de energia que chega à zona rural. Para sanar este e outros gargalos e promover o desenvolvimento econômico sustentável do território, o Oeste em Desenvolvimento atua nos seguintes eixos: Infraestrutura e Logística, Pesquisa e Desenvolvimento, Crédito e Fomento, Capital Social e Cooperação, e Energias Limpas e Renováveis.

A melhoria do status sanitário agropecuário, por exemplo, tem sido uma das prioridades da iniciativa. Embora o Paraná seja o maior produtor e exportador de frangos do Brasil (com 35% das exportações nacionais, dos quais 10 pontos percentuais correspondem ao Oeste), há espaço para crescer. O mercado da carne suína, por exemplo, pode avançar 65%, caso haja a retirada de barreiras sanitárias.

Para isso, o programa tem atuado principalmente em duas frentes: junto à Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), para que o Paraná tenha o reconhecimento de estado livre da febre aftosa sem vacinação; e no fortalecimento dos Conselhos de Sanidade Agropecuária (CSA), nos 54 municípios da região.

Outra iniciativa é a plataforma eletrônica do Sistema Regional de Inovação (SRI), cujo objetivo é incentivar a pesquisa nas universidades da região e reduzir os custos das empresas com investimento em pesquisa e inovação. A ideia é, também, estimular as indústrias a contratarem soluções locais. “Desde o princípio, a premissa do programa é o desenvolvimento endógeno. Ou seja, aproveitar os recursos da própria região. Através do SRI, conseguimos valorizar os pesquisadores do Oeste e evitar que os recursos saiam do território”, afirma Vendrúscolo.

Na plataforma (http://sri.oesteemdesenvolvimento.com.br/) há mais de 500 oportunidades de negócios que podem incrementar a cadeia produtiva regional.  São demandas como a da Frimesa, que precisa de equipamentos para monitorar a temperatura dos frigoríficos durante a entrega de mercadorias, ou soluções como a da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que apresenta uma pesquisa em Catálise e Produção de Biocombustíveis.

Lançado em 2014, o Programa Oeste em Desenvolvimento é uma iniciativa que une mais de 60 instituições públicas e privadas como a Itaipu Binacional,  Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), Sebrae/PR, Sistema Cooperativo,  Caciopar, Amop, Emater e Fiep, além de instituições de ensino superior.

Mais informações pelo site do Programa: www.oesteemdesenvolvimento.com.br

 

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